O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...O ESPAÇO É SEU TAMBÉM, SINTA-SE A VONTADE...

domingo, 26 de agosto de 2012

NOITE DE AUTÓGRAFOS


CULTURA ITATIBENSE

Meus queridos amigos, amigas, e familiares é com imenso prazer que compartilho com vocês um momento muito especial para mim, onde eu pude realizar o sonho de ver obras escritas por mim em um livro.

Na noite de sexta-feira dia 24/08/12 a Associação dos Escritores, Pintores, Poetas e Trovadores de Itatiba (AEPTI) realizou o lançamento do livro :

ANTOLOGIA ENCONTROS XVI

Este evento foi além das artes visuais e impressas presentes na obra literária com mais de 200 páginas.

O público, composto por participantes, familiares, autoridades e admiradores da cultura local, pode prestigiar também apresentações de´música e dança.
MESA DOS HOMENAGEADOS
Artes Visuais
 

Eu recebendo meu exemplar das mãos do Prof. Carlos Eduardo Pizzolato, diretor da Universidade São Francisco, a USF foi homenageada pela AEPTI é parceira da Associação há mais de uma década.
 

Nesta mesa, Eu, Walkiria, Valentina minha irmã, e a Ingridi neta da Walkiria.
Momento em que estou autografando, quanta honra, alegria, satisfação, orgulho, é uma mistura de sentimentos, mas muito gratificante para alma de um poeta!

sábado, 18 de agosto de 2012

ALGUMAS PESSOAS SÃO TÃO POBRES QUE SÓ TEM DINHEIRO


Texto de " Jacques Miranda " é professor universitário, palestrante, empresário e escritor.

Certo dia um homem, lá pelos seus 50 anos de idade, uma vida sofrida de muito trabalho, sentou-se à beira de uma árvore, num simples passeio no parque de final de semana em família. Respirou fundo, olhou em volta viu toda aquela natureza que o cercava, percebeu que algumas formigas seguiam subindo a árvore e passou a segui-las com os olhos. Curiosamente, percebeu nessa árvore uma espécie de fenda de onde havia uma pequena poça de água da última chuva. Olhando para aquela poça, pode perceber nitidamente o seu reflexo. Vira algum brilho em seu rosto e algumas rugas, marca dos anos que foram embora. Marcas talvez de sofrimento físico a que estava sujeito pelo trabalho árduo, penoso. Pensou, refletiu e, naquele momento sublime, tentou conversar com Deus, algo que nunca havia feito pela sua pouca formação cristã. Sentiu que aquele era o momento e disse: Deus, eu lutei tanto na minha vida e não consegui ser rico, não tenho dinheiro para poder descansar em um sítio, andar de barco como fazem os meus patrões, ter carro do ano, relógio bacana, sapato do bom, teatro, jantares, shopping center, vida boa para meus filhos… Eu quero!
Com a mesma firmeza de propósito que sempre utilizou em sua vida de honestidade, de sinceridade, de dedicação ao seu trabalho, família e filhos, ele fez aquele pedido com todo o seu coração.
Quando chegou em casa, encontrou como sempre sua família reunida em volta da mesa. Filhos crescidos e saudáveis e cultos, casa arrumada, comida simples na mesa, pão, salada, refresco. Ouviu dos filhos tudo o que havia acontecido durante o dia, um que leu um livro, outro que estudou biologia, como sempre acontecia; um passando o prato para o outro. Terminado o jantar, cada um foi fazer o seu dever, um lavou louça, outro enxugou, outro tirou a mesa e separou a comida das marmitas de todos os que trabalhavam na casa, outro varreu o chão. Terminado, uns foram ler e outros sentaram em frente a televisão para assistir a novela. Dormiram após com um singelo “bença pai, bença mãe”. Dia seguinte, aquele homem ao sair de casa bem cedo, abre a caixa de correio e encontra uma carta com carimbo de um governo. Nela, havia a informação de que ele recebera uma herança de um parente desconhecido. Era só buscar o dinheiro. Era praticamente um conto de fadas. Pronto, aquele homem estava rico.
Voltou pra casa, contou a história aos filhos e a rotina da casa mudou. Ninguém mais trabalhou. Raramente se encontravam para falar de seu dia-a-dia. Não separavam tarefas domésticas, pois havia quem o fizesse, a empregada. Não jantavam juntos em casa e em lugar nenhum – cada um tinha sua própria vida cercada de pessoas interessadas. Não passeavam no parque e sequer se viam, iam em shopping center comprar futilidades para mostrar para as pessoas que sequer gostam deles. Ele, o homem, nunca mais perseguia formigas nem olhava a natureza. A virtude do trabalho tinha ido embora e dado lugar ao ócio e ao fútil; não beijava sua mulher para não manchar a maquiagem, nem a abraçava para não amassar o vestido, aliás, nem ligava muito pra ela porque a família já tinha ido embora e os valores básicos esvaidos, dando lugar àquilo que os outros iam dizer e quanto isso iria custar. Em dinheiro.
Por acaso, num determinado dia, cansado de discutir com a família, despedaçada por conta da necessidade da qual cada um tinha de ter o seu próprio dinheiro e que ele desse cada vez mais, ele olhou-se no espelho e percebeu que as marcas e as rugas continuavam lá e que a dor e o sofrimento estavam presentes só que agora mais, muito mais e elas não tinham brilho. O brilho dos melhores valores que o ser humano pode ter. O brilho da honestidade, da sinceridade, da dedicação aparentemente não estavam presentes. Havia o opaco da discórdia, da desunião, da falta de ética. Tudo isso tinha um nome. Dinheiro.
Era uma gente pobre.
Faça um teste: tire o dinheiro de sua vida. Se te sobrar um amigo para ouvir tudo o que você disser sem te censurar, refeição e família, você é rico. Se te sobrar só quem te convide para passeios caros, gente que semeia a discórdia e não está nem aí para família, você é pobre.
"Autor Jacques Miranda"


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

METRÓPOLE




Selva de Pedras
Prédios sob prédios
Arco-íris no horizonte

Os aviões no céu voando
Os carros no chão veloz passando
Os cidadãos no tempo caminhando

A vida passa... E só o tempo nos diz.
Que dura vida corrida, meu Deus!
Clarice Moreno 06/08/2008

terça-feira, 14 de agosto de 2012

XII Concurso Literário JI/ AEPTI


Bateu o recorde de participações, foram 183 obras participantes, de vários estados brasileiros.
A  A.E.P.T.I  agradece à todos os participantes, os envolvidos em toda a organização do concurso, todos aqueles que ajudaram na divulgação e um agradecimento especial ao blog Concursos Literários (http://concursos-literarios.blogspot.com.br/) pela parceria.

Agora vamos aguardar ansiosamente o resultado, na primeira quinzena de setembro.

Eu Clarice, estou muito feliz por estar participando deste meu primeiro concurso literário, e digo sempre apesar de gostar de escrever, eu brinco de poetizar, e o poeta não espera aplausos, mas se glorifica quando a sua poesia consegue tocar a alma de que lê... e ás vezes deixa a imaginar o que ele realmente está querendo dizer.
Isto é um mérito, uma gloria, uma honra !!!
Clarice Moreno




sábado, 11 de agosto de 2012

Homenagem a todos os Pais


PAI EU TE AMO

FELIZ DIA DOS PAIS ! Que Deus abençõe todos os lares, um final de semana um domingo regado de muito amor e gratidão aos pais!

Pai, pode ser que daqui a algum tempo Haja tempo pra gente ser mais Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta Longos anos em busca de paz....
Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo Com loucura pra você renascer...
Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e não vou ficar mudo Pra falar de amor pra você
Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa Nos ensina esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver
Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo Nos teus passos você foi mais eu
Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só recostar no teu peito Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho Que hoje eu sigo em paz

Fabio Junior
                           

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SER MÃE

O difícil de ser mãe
É que muitas vezes na vida
Você precisa deixar-te ouvir
Um gritar de dor dos filhos que pariu
E deixa-los por um tempo.
Na selva e na relva
Vivendo sem o seu auxilio.
Suas entranhas chegarão a doer
Mas se for para o bem deles, faça sem esmorecer.
Pois com amor e fé, eles hão de vencer.
E o sol irá resplandecer
Em cada novo amanhecer.
Clarice Moreno 12/03/12
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