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sábado, 18 de agosto de 2012

ALGUMAS PESSOAS SÃO TÃO POBRES QUE SÓ TEM DINHEIRO


Texto de " Jacques Miranda " é professor universitário, palestrante, empresário e escritor.

Certo dia um homem, lá pelos seus 50 anos de idade, uma vida sofrida de muito trabalho, sentou-se à beira de uma árvore, num simples passeio no parque de final de semana em família. Respirou fundo, olhou em volta viu toda aquela natureza que o cercava, percebeu que algumas formigas seguiam subindo a árvore e passou a segui-las com os olhos. Curiosamente, percebeu nessa árvore uma espécie de fenda de onde havia uma pequena poça de água da última chuva. Olhando para aquela poça, pode perceber nitidamente o seu reflexo. Vira algum brilho em seu rosto e algumas rugas, marca dos anos que foram embora. Marcas talvez de sofrimento físico a que estava sujeito pelo trabalho árduo, penoso. Pensou, refletiu e, naquele momento sublime, tentou conversar com Deus, algo que nunca havia feito pela sua pouca formação cristã. Sentiu que aquele era o momento e disse: Deus, eu lutei tanto na minha vida e não consegui ser rico, não tenho dinheiro para poder descansar em um sítio, andar de barco como fazem os meus patrões, ter carro do ano, relógio bacana, sapato do bom, teatro, jantares, shopping center, vida boa para meus filhos… Eu quero!
Com a mesma firmeza de propósito que sempre utilizou em sua vida de honestidade, de sinceridade, de dedicação ao seu trabalho, família e filhos, ele fez aquele pedido com todo o seu coração.
Quando chegou em casa, encontrou como sempre sua família reunida em volta da mesa. Filhos crescidos e saudáveis e cultos, casa arrumada, comida simples na mesa, pão, salada, refresco. Ouviu dos filhos tudo o que havia acontecido durante o dia, um que leu um livro, outro que estudou biologia, como sempre acontecia; um passando o prato para o outro. Terminado o jantar, cada um foi fazer o seu dever, um lavou louça, outro enxugou, outro tirou a mesa e separou a comida das marmitas de todos os que trabalhavam na casa, outro varreu o chão. Terminado, uns foram ler e outros sentaram em frente a televisão para assistir a novela. Dormiram após com um singelo “bença pai, bença mãe”. Dia seguinte, aquele homem ao sair de casa bem cedo, abre a caixa de correio e encontra uma carta com carimbo de um governo. Nela, havia a informação de que ele recebera uma herança de um parente desconhecido. Era só buscar o dinheiro. Era praticamente um conto de fadas. Pronto, aquele homem estava rico.
Voltou pra casa, contou a história aos filhos e a rotina da casa mudou. Ninguém mais trabalhou. Raramente se encontravam para falar de seu dia-a-dia. Não separavam tarefas domésticas, pois havia quem o fizesse, a empregada. Não jantavam juntos em casa e em lugar nenhum – cada um tinha sua própria vida cercada de pessoas interessadas. Não passeavam no parque e sequer se viam, iam em shopping center comprar futilidades para mostrar para as pessoas que sequer gostam deles. Ele, o homem, nunca mais perseguia formigas nem olhava a natureza. A virtude do trabalho tinha ido embora e dado lugar ao ócio e ao fútil; não beijava sua mulher para não manchar a maquiagem, nem a abraçava para não amassar o vestido, aliás, nem ligava muito pra ela porque a família já tinha ido embora e os valores básicos esvaidos, dando lugar àquilo que os outros iam dizer e quanto isso iria custar. Em dinheiro.
Por acaso, num determinado dia, cansado de discutir com a família, despedaçada por conta da necessidade da qual cada um tinha de ter o seu próprio dinheiro e que ele desse cada vez mais, ele olhou-se no espelho e percebeu que as marcas e as rugas continuavam lá e que a dor e o sofrimento estavam presentes só que agora mais, muito mais e elas não tinham brilho. O brilho dos melhores valores que o ser humano pode ter. O brilho da honestidade, da sinceridade, da dedicação aparentemente não estavam presentes. Havia o opaco da discórdia, da desunião, da falta de ética. Tudo isso tinha um nome. Dinheiro.
Era uma gente pobre.
Faça um teste: tire o dinheiro de sua vida. Se te sobrar um amigo para ouvir tudo o que você disser sem te censurar, refeição e família, você é rico. Se te sobrar só quem te convide para passeios caros, gente que semeia a discórdia e não está nem aí para família, você é pobre.
"Autor Jacques Miranda"


8 comentários:

  1. Oi Clarice! muito lindo, não leio muito mas comecei a ler e não consegui parar, achei ótimo.
    bjs, boa noite amiga.

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    1. Obrigada Vilma Varanda pela presença, e por ter gostado do texto, eu achei ótimo, e quis mostra-lo aos amigos através do blog, vale a pena ler, não deixa de ser uma lição de vida. Este autor é muito bom em tudo que ele escreve.
      Bjs boa noite querida

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  2. Bom dia miguxa! Que bela lição de vida! “Um sábio disse que a nossa riqueza pode ser medida pela quantidade de amigos verdadeiros que temos. Obrigada por fazer parte da minha fortuna”. Tenha um domingo maravilhoso repleto de bênçãos, amor e paz.
    Um abraço afetuoso recheado com o meu carinho.
    Gracita

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  3. Olá minha amiga e irmã, fico muito feliz com sua presença, eu é que agradeço ter encontrado uma amiga como você. Sabe que este texto do Jacques Miranda me fez enxergar o quanto sou rica, pois já experimentei o dissabor daqueles que dizem ser seus amigos só porque tens dinheiro, como hoje não tenho mais aquele status todo, eles sumiram... enfim hoje sei bem distinguir os verdadeiros amigos. Tem um poema deste autor que é sobre amigos, e numa das estorfes ele diz:

    Se você gosta do seu amigo,
    Chame-o sempre de irmão,
    Pois amigo de verdade,
    A gente guarda no coração.

    E é assim que eu tenho você amiga como irmã, e no meu coração!!!
    Uma Boa noite , um bom descanso fique com Deus e muita paz.
    Beijos com todo meu carinho
    Clarice
















































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  4. Olá Clarice,
    Venho trazer meu abraço e agradecer sua participação no 1º Prosas Poéticas; muito obrigado pelo apoio e pelo prestigio.
    Um abraço.

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    1. Eu é que agradeço meu amigo! Para mim é uma satisfação.
      Abraços
      Clarice

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  5. Clarice, um lindo texto e é bem verdade muitas pessoas só tem o dinheiro e esta é a pior das pobrezas.
    Abraços e meu carinho, amiga!!!

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    1. Olá Malu obrigada pela visita, mas realmente é um texto que trás um conteúdo bastante intrigante... mas concordo com a opinião do autor. O dinheiro é importante, afinal precisamos dele para quase tudo, mas não é ele que nos torna uma pessoa rica.
      Bjs amiga!!!
      Clarice

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